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RES: (sem assunto)

Lista de discussão sobre samba e choro, estilos musicais brasileiros.
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Autor: Fabio Fernandes Padilha (fabio.padilha_at_datasul.com.br)
Data: Qui 25 Set 2003 - 11:00:47 BRT

A TIM é uma empresa multinacionaL,
interessada única e exclusivamente no estabelecimento de sua marca.
E não tenha dúvida que Rock e Pop vende muito mais celular do que samba e choro.
Daqui a pouco neguinho estará fazendo música experimental com campainha de celular.

Outro detalhe muito brevemente,as bandas largas para celular estarão bem popularizadas.
As operadoras além de comunicação estarão vendendo uma porrada de coisas.
Eu acredito que a principal delas seja música. E voltando as abobrinhas conspiratórias
essa promoção de gringos do ROCK, POP e experimental tem outros acordos envolvidos
Como por exemplo colocar a TIM como principal distribuidora dessas coisas nos aparelhinhos.

Já vão encomendando seu capacete de chumbo, que o negócio vai ficar feio. :-)

valeu
fabio padilha

-----Mensagem original-----
De: tribuna-bounces+fabio.padilha=datasul.com.br@samba-choro.com.br
[mailto:tribuna-bounces+fabio.padilha=datasul.com.br@samba-choro.com.br]
Em nome de Jos Carlos Crozera
Enviada em: quinta-feira, 25 de setembro de 2003 10:37
Para: tribuna@samba-choro.com.br
Assunto: [S-C] (sem assunto)

E se algum desses TIMs da vida se dispusesse a investir, por exemplo, num
Festsamba ou num Brasil Choro Festival?

GAZETA MERCANTIL (25/09)

Retorno dos patrocínios reativa shows milionários

São Paulo e Rio, 25 de Setembro de 2003 - Só Brasília Music Festival e TIM
Festival vão investir R$ 35 milhões. Após quase três anos sem grandes
eventos na área do showbusiness voltam aos palcos brasileiros atrações
musicais internacionais como conseqüência do retorno dos patrocínios
milionários. A partir de hoje, o "Brasília Music Festival" - BMF - reúne
nomes como Alanis Morissete, Simply Red, Live e The Pretenders, além de
bandas locais como Capital Inicial, Titãs, entre outras. Em outubro, o
"TIM Festival" deverá receber bandas como o Public Enemy e DJs como
Marlboro, um dos nomes mais expressivos da cena eletrônica mundial.
Paralelo a estas iniciativas, a cervejaria AmBev, por meio da Skol,
apresenta neste sábado, em Recife, a primeira edição da "Skol Hip Rock",
que fundirá o consagrado rock com o hip hop.

Desde o "Rock in Rio", em janeiro de 2001, não se via tamanha movimentação
de celebridades e patrocinadores ao redor da música como no caso do
"Brasília Music Festival". Até o Presidente Lula literalmente entrou na
dança ao receber os organizadores do evento no Planalto. Idealizado e
produzido pela Rafael Reisman Produções, de Rafael Reisman, o festival
rompe com o tradicional eixo Rio-São Paulo como rota provável de cantores
e bandas internacionais no País.

Segundo Reisman, a intenção é colocar Brasília no eixo dos grandes eventos
culturais. "Brasília sempre foi "exportadora" de grandes bandas e no
entanto é sempre deixada de lado pelo showbusiness", afirma o organizador.

O empresário conseguiu reunir como patrocinadores do evento a Varig, a
Ourocard-Visa, a Kaiser e o grupo Paulo Octavio Investimentos
Imobiliários, de Brasília. "Embora o dinheiro dos patrocinadores seja
muito bem-vindo, nesta primeira edição do festival a bilheteria é
fundamental, pois também há dinheiro da produtora envolvido no processo
para subsidiar o evento", revela.

O BMF espera reunir 200 mil pessoas em seus três dias. O custo estimado do
evento, inscrito nas Leis de Incentivo à Cultura, é de R$ 10 milhões. Mas
Reisman diz que só será possível ter cifras exatas após o término do
festival. O evento pretende ser bienal daqui para frente. O lado social
estará presente com a arrecadação de alimentos para o "Fome Zero". Todo o
público que levar dois quilos de alimentos não perecíveis pagará
meia-entrada.

Nem mesmo o dólar no patamar dos R$ 3,00 impediu que Reisman desse
continuidade a seus planos de organizar o evento com nomes internacionais.
Segundo ele, a compra da primeira cota de patrocínio em dezembro de 2002
pela Ourocard garantiu seus objetivos. "Não só abrimos o mercado na região
Centro-Oeste como a produtora está exportando para o resto do Brasil e da
América Latina as atrações que trouxemos para Brasília", comemora.

A organização do BMF aposta que 35% do público do festival virá de fora de
Brasília. Para os que não puderem comparecer pessoalmente ao evento a Rede
Globo exibe no domingo à noite um programa com uma hora de duração com o
melhor dos shows.

Free Jazz vira TIM Festival

No caso do "TIM Festival", a operadora italiana de celulares, a TIM,
resolveu seguir um caminho diferente das demais empresas brasileiras na
área para firmar sua marca junto ao público. Com investimentos que
envolvem mais de R$ 25 milhões a empresa não só assumiu o antigo "Free
Jazz Festival", que não pode mais ser patrocinado pela marca de cigarros,
devido à legislação federal, como também está construindo no Parque
Ibirapuera o último prédio que faltava do projeto original de Oscar
Niemeyer.

O festival, que ocorre no final de outubro no Rio e em janeiro em São
Paulo retoma o calendário do "Free Jazz", que teve sua última edição
cancelada no ano passado devido à alta do dólar, que inviabilizou a vinda
de artistas estrangeiros. "A TIM, em essência, é uma empresa de
comunicação e boa comunicação só existe se não houver fronteiras. Era
necessário achar algo que traduzisse isso de forma inquestionável e a
música é essa linguagem", define o consultor de imagem da empresa, o
publicitário Mario Cohen, para explicar o porquê do forte investimento da
empresa na área musical.

A aposta no sucesso dos projetos musicais é tão grande que estes são
subordinados a um departamento especial. É a área de Comunicação
Institucional que coordena os eventos ligados ao tema e não a rotineira
área de Marketing. Para a primeira versão do "TIM Festival" a empresa
resolveu investir pesado nos gêneros musicais mais experimentais, seguindo
os passos do "Free Jazz". Nomes não tão conhecidos do público brasileiro,
mas que já possuem projeção no cenário internacional, principalmente na
música eletrônica prometem dar uma nova dimensão ao evento e
conseqüentemente atrair um novo perfil de consumidores para a operadora
patrocinadora.

Mas quando o assunto é investimento em ritmos musicais alternativos,
nenhuma empresa se compara à AmBev, que por meio da plataforma de eventos
da Skol, lança neste sábado a última parte de um projeto que se iniciou
com o "Skol Beats", em 2000. O "Skol Hip Rock" que ocorrerá primeiro em
Recife e em meados de outubro em Ribeirão Preto, funde o rock ao hip hop.

Embora o evento não traga nomes estrangeiros, a iniciativa tende a crescer
como ocorreu com o "Skol Beats", que em sua última versão em abril deste
ano reuniu 28 DJs internacionais e um público de mais de 45 mil pessoas. O
gerente de marketing da Skol, Carlos Lisboa, revela que o público-alvo da
cerveja é o jovem adulto e que as festas musicais promovidas pela Skol
permitem que este público tenha contato com movimentos musicais que não
tinham acesso até então. "Estamos mais uma vez antecipando uma tendência",
diz acreditar o gerente.

Além de utilizar todas as frente de propaganda normalmente exploradas pela
Skol para suas ações de marketing como TV, rádio e mídia impressa o 'Skol
Hip Rock" lançará no mercado 50 mil dúzias de latas decoradas com
elementos representativos tanto da música eletrônica, quanto do hip hop.

A cervejaria que com a festa fecha seu calendário anual de eventos
musicais usará grafites de artistas recifenses, outra vertente que faz
parte da cultura hip hop, para fazer propaganda da festa na capital
pernambucana. Para 2004, a cervejaria estuda novas estratégias
promocionais para transformar suas festas musicais em eventos ainda mais
atrativos. "Esta é a maneira que encontramos de agregar cada vez mais
valor à marca", observa o gerente Carlos Lisboa.

(Gazeta Mercantil/Caderno A16)(Márcio Rodrigo e Lenke Pavetits)

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