[Página Principal] | [Artistas] | [Tribuna Livre] | [Partituras] | [Pelo Brasil] | [Perguntas] | [Outras Informações] | [Discos do Mês] | [Sem Frames] | [Com Frames]
Músicas - Discografia
| Se você tem 15 volumes para falar
de toda música brasileira, fique certo de que é pouco. Mas
se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está
perdido. Escreva depressa: "Pixinguinha".
Ary Vasconcelos |
Alfredo da Rocha Vianna Jr. (1897 - 1973), o Pixinguinha, é o
pai da música brasileira. Normalmente reconhecido "apenas"
por ser um flautista virtuoso e um
compositor
genial, costuma-se desprezar seu lado de maestro e arranjador. Pixinguinha
criou o que hoje são as bases da música brasileira. Misturou
a então incipiente música de Ernesto Nazareh , Chiquinha
Gonzaga e dos primeiros chorões com ritmos africanos, estilos europeus
e a música negra americana, fazendo surgir um estilo genuínamente
brasileiro. Arrajou os principais sucessos da então chamada época
de ouro da música popular brasileira, orquestrando de marchas de
carnaval a choros.
Foi o primeiro maestro-arranjador contratado por uma gravadora no Brasil. Era um músico profissional quando boa parte dos mais importantes músicos eram amadores (os principais chorões eram funcionários públicos e faziam música nos horários de lazer). Pixinguinha foi antes de tudo um pesquisador de música, sempre inovando e inserindo novos elementos na música brasileira. Foi muitas vezes incompreendido, e apenas anos mais tarde passavam a dar o devido valor a suas invenções.
Pixinguinha foi um menino prodígio, tocava cavaquinho com 12 anos. Aos 13 passava ao bombardino e a flauta. Até hoje é reconhecido como o melhor flautista da história da música brasileira. Mais velho trocaria a flauta pelo saxofone, pois não tinha mais a firmeza e embocadura necessárias. Aos desessete anos grava suas primeiras instrumentações, vindo a no ano seguinte gravar suas primeiras composicoes, nada menos que as pérolas Rosa e Sofres Porque Queres.
Em 1922 têm uma experiência que transforma significativamente sua música. Um milionário patrocina a viagem de Pixinguinha e de seu grupo Os 8 Batutas para uma turnê européia. A temporada em Paris que deveria ser de um mês dura seis, tendo que ser interrompida devido a compromissos já assumidos no Brasil. Na Europa Pixinguinha trava contato com a moderna música européia e com o jazz americano, então moda em Paris.
Pixinguinha faria 100 anos no ano que vem (1997). Estão sendo planejadas grandes comemorações pela cidade do Rio de Janeiro. Desde já têm sido realizadas diversas apresentações públicas de grupos tocando sua obra. Discos estão sendo lançados e relançados. A cidade vai ferver homenageando o Maestro Pixinguinha.
| Lamentos (Pixinguinha) |
Álbum: Vibrações |
| Execução:Jacob do Bandolim e conjunto Época de Ouro |
| Carinhoso (Pixinguinha) |
Álbum: Choros Imortais |
| Execução:Altamiro Carrilho |
| Neste disco não houve qualquer tipo de ensaio. Apenas reuniram os músicos no estúdio e disseram para eles tocarem o que quisessem. O resultado é absurdo. Lançado em CD pela EMI dentro da coleção 2 em 1 (da Clementina de Jesus). Fora de Catálogo. |
| Lançado em CD dentro da coleção Os Originais da EMI. |
| Nunca lançado em CD. |
| Nunca lançado em CD. |
| Nunca lançado em CD. |
| Lançado em CD pelo selo Revivendo |
| Lançado em CD. Não é difícil de ser encontrado. |
|
Show em homenagem aos 70 anos de mestre Pixinguinha. Excelente. Lançado em CD, com várias músicas adicionadas à seleção original. |
|
| Nunca lançado em CD. |
Músicas - Discografia
[Página Principal] | [Artistas] | [Tribuna Livre] | [Partituras] | [Pelo Brasil] | [Perguntas] | [Outras Informações] | [Discos do Mês] | [Sem Frames] | [Com Frames]
Copyright © 1996
Paulo Eduardo Neves